Vida sem brilho,vida sem nexo
Vida espelhada mas sem reflexo
Que desatina a existir
E se fere ao existir
Que haja algum anexo.
Futuro e passado se estranham
Presentes que não se sabem quando e como
Acontecem e desaparecem
Por não saber se alinhar.
Vida seca,vida pacata
Vida sem tarja
Vida amargurada.
Que ainda assim existe serena.
Mediocridade e lealdade
Sinto-me desmoronar
De que essa alma sonolenta
Exita neste corpo habitar.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
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Adorei! Mesmo! Vou te seguir tambem! Beijos
ResponderExcluirBom pra caramba!!!
ResponderExcluirExcelente poema! Parabéns!
ResponderExcluirOlá rapazinho "perigoso"...
ResponderExcluirSerá que você vai se lembrar de mim?
Bom, estou passando pra te dar um oi e pra dizer que li muitos de seus textos aqui, achei bem interessante. Bjus